Vírus do Nilo Ocidental é pouco provável em Portugal

Especialistas acreditam não haver razões para alarme

27 julho 2004
  |  Partilhar:

A Direcção-Geral de Saúde (DGS) confirmou ontem que o risco da presença do vírus do Nilo Ocidental em Portugal é mínimo. Esta é a conclusão da DGS após estarem a serem realizadas análises no meio envolvente à Ria Formosa, no Algarve, onde passou férias um casal irlandês que regressou a casa com sintomas da febre do Nilo Ocidental. Apesar da situação clínica do casal ter melhorado, os resultados dos exames não foram conclusivos, tendo sido enviadas amostras para os Estados Unidos para análise.O vírus no Nilo Ocidental é raro e é transmitido pela picada de insectos. Os sintomas podem comparar-se aos de uma simples gripe, mas apesar de o vírus circular entre a África e a Europa, devido às aves migratórias, o risco de infecção no Velho Continente continua a ser muito baixo e que, a comprovar-se a contaminação, o casal irlandês é o “primeiro caso no Algarve”, afirmou ontem na BBC um especialista da Health Protection Agency.Francisco George, sub-director da DGS, confimou que se irá manter por mais uns dias a estratégia de vigilância que se tem vindo a seguir desde a quinta-feira passada em algumas áreas da Ria Formosa. Iniciou-se ontem uma colheita de sangue em aves, principais animais portadores do vírus, e um levantamento dos animais domésticos mais sensíveis, como cães ou gatos, mas apenas por precaução.Acredita-se, no entanto, que este caso não passe de um alerta, pois apesar da doença estar em expansão, não há razões para preocupações, confirmam os especialistas.Fonte: Público

Partilhar:
Ainda não foi classificado
Comentários 0 Comentar

Comente este artigo

CAPTCHA
This question is for testing whether you are a human visitor and to prevent automated spam submissions.
Incorrecto. Tente de novo.
Escreva as palavras que vê na imagem acima. Digite os números que ouviu.