Vinho Juliana apoia doentes com alzheimer

Colheita particular do Douro conta com o apoio da APFADA

15 março 2005
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A ideia de lançar um vinho para homenagear e ajudar as vítimas da Doença de Alzheimer (DA) surgiu no dia em que uma doente confundiu o seu copo de água com um copo de vinho. A confusão de Juliana Rodrigues fez a sua filha empenhar-se no projecto de criar o Vinho Juliana. Com o apoio da APFADA, o vinho acaba de ser lançado no mercado nacional. Parte das receitas revertem a favor da APFADA.Maria Adília Rodrigues, a mentora deste projecto, encontrou naquela confusão da sua mãe a ideia que há muito procurava, no sentido de «encontrar um meio encorajador para lidar com a dor de Alzheimer».Para Maria do Rosário Zincke dos Reis, Presidente da APFADA, «o vinho Juliana é uma realidade que o transcende como produto comercializado. É um conjunto de emoções, vontades, e determinações que o materializam num projecto nobre e com muita alma».O Vinho Juliana é uma colheita particular do Douro, Denominação de Origem Controlada (D.O.C.), produzido com as melhores castas da região demarcada duriense (Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinta Barroca, MalvasiFina, Gouveio e Viosinho). Apresenta-se em três qualidades: Douro Branco, Douro Tinto (ambos da colheita de 2003) e Reserva (colheita de 2001). Em Portugal Continental, este néctar dos deuses pode ser encontrado no Pingo Doce, Corte Inglês e nos aeroportos de Lisboa e Faro (Loja Casa dos Sabores de Portugal). Na Madeira o Juliana encontra-se nos supermercados do grupo Jorge Sá, enquanto nos Açores são as empresas do grupo Solmar que comercializam esta novidade. Numa altura em que a Doença de Alzheimer (DA) afecta já 60 mil portugueses, o lançamento deste vinho surge como mais uma forma de alerta para as necessidades mais prementes com que se defrontam os doentes e respectivas famílias, uma vez que se trata de uma patologia altamente incapacitante e com impactos económicos e sociais tremendos. A possibilidade de uma pessoa vir a sofrer de Alzheimer duplica em cada cinco anos de vida depois dos 65 anos. MNI- Médicos na Internet

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