Vida para além da morte

Ondas magnéticas podem ser a chave da consciência eterna

14 abril 2004
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Cientista holandês defende tese inovadora da imortalidade da consciência humana, baseada em experiências de quase-morte.  Afinal, a morte clínica pode não significar o fim da nossa consciência. A revelação, surpreendente e polémica, foi defendida durante o pelo cardiologista holandês Pim Van Lommel, durante 5º Simpósio da Fundação BIAL – «Aquém e Além do Cérebro», que recentemente se realizou  no Porto.  Lommel defendeu uma teoria que abre um novo caminho à já velha discussão sobre a imortalidade da alma. Baseado em vários relatos de pacientes que viveram situações de quase-morte – a maioria das quais resultante de ataques cardíacos –, o especialista explicou de que forma poderá o cérebro humano guardar memórias de momentos em que esteve dado como clinicamente morto. Segundo Pim Van Lommel o cérebro humano tem cerca 100 biliões de neurónios em permanente actividade. O resultado de toda esta movimentação é a criação de campos eléctricos e magnéticos que emitem ondas de informação. A morte clínica do cérebro pode então significar o fim da matéria, mas não dessas ondas magnéticas responsáveis, segundo o investigador, pelos relatos de túneis, de paisagens e de experiências de retrospecção. No fundo, diz Lommel, é como a Internet. «Tal como a Internet não está no computador, que apenas a recebe, a vida humana possibilita receber essas ondas da nossa consciência. Quando morremos a nossa consciência deixa de se representar por partículas (matéria), passando a ser representada apenas por ondas». Pim Van Lommel há vários anos que se dedica ao estudo desta questão, sendo o fundador das Associações Holandesa e Internacional de Estudos sobre Experiências de Quase-Morte. Actualmente é médico cardiologista no Hospital Universitário de Nijmegen, na Holanda, e um dos mais altos expoentes mundiais nesta temática. MNI-Médicos Na Internet

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