Viajar mais de quatro horas seguidas dobra risco de Embolia Pulmonar

Dados de um estudo da OMS

01 julho 2007
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Os viajantes que passam mais de quatro horas sentados sem se mexer correm duas vezes mais riscos de sofrer uma Trombose, revelam os resultados preliminares de uma investigação da Organização Mundial de Saúde (OMS).
 

 

Quer seja de carro, avião ou comboio, a partir das quatro horas de viagem duplicam as hipóteses de os passageiros sofrerem uma Trombose ou uma Embolia Pulmonar, as manifestações mais frequentes da Síndroma da Classe Turística. Contudo, de acordo com os dados da primeira fase da investigação "Projecto sobre os perigos globais de viajar", o risco absoluto de vir a sofrer desta síndroma é considerado baixo pela OMS, afectando apenas uma em cada seis mil pessoas.
 

 

O estudo conclui ainda que, no caso concreto dos aviões, o risco aumenta para as pessoas que fazem vários voos num curto espaço de tempo e que os perigos se mantêm até um mês depois da viagem. Ter mais de 1,90 ou menos de 1,60 metros, ser obeso, usar contraceptivos orais e ter um historial de problemas sanguíneos são outros factores que contribuem para o aumento do risco de Trombose durante uma viagem.
 

 

A segunda fase do projecto, para qual a OMS recolhe agora fundos, irá debruçar-se sobre as medidas preventivas mais eficazes para evitar este problema associado às viagens. A OMS defende ainda que seja facultada aos passageiros "informação apropriada" sobre os riscos da Síndroma da Classe Turística.
 

 

Fontes: Lusa e Imprensa Internacional
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.
 

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