Verbas para rastreios de cancro da mama e colo do útero aprovadas

Governo disponibiliza um total de 24,8 milhões de euros

19 janeiro 2010
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Uma verba de um máximo de 19,3 milhões de euros para rastreio do cancro da mama para a zona Norte e um limite de 5,5 milhões para o rastreio do cancro do colo do útero em Lisboa e Vale do Tejo foram aprovados, na semana passada, pelo Governo, revelou uma notícia avançada pela agência Lusa.

 

De acordo com o comunicado do Conselho de Ministros, foi autorizada uma despesa máxima, para um período de cinco anos, para a promoção do Programa de Rastreio do Cancro da Mama na área de influência da Administração Regional de Saúde do Norte (ARS Norte).

 

O governo também permitiu que a ARS Norte assinasse um acordo de cooperação para implementação do Programa de Rastreio com a Liga Portuguesa Contra o Cancro, confirmando os actos entretanto praticados.

 

“Entre os diversos tipos de cancro existentes, o cancro da mama é o segundo mais comum a nível mundial e, de longe, o mais frequente na mulher, demonstrando a respectiva taxa de incidência um progressivo aumento também a nível internacional, reflexo das alterações ao estilo de vida e dos padrões de reprodução”, justifica-se.

 

Quanto à promoção do rastreio do cancro do colo do útero, o Conselho de Ministros autorizou também que a ARS Lisboa e Vale do Tejo celebrasse um protocolo de cooperação para implementação do programa com o Instituto Português de Oncologia de Lisboa e ratificasse os actos procedimentais entretanto praticados.

 

O cancro do colo do útero é a segunda forma mais comum de cancro na União Europeia em mulheres em idade activa, entre os 35 e 50 anos, revelou o comunicado. “Como se trata de uma doença silenciosa, o rastreio deste tipo de cancro é fundamental, uma vez que, quando detectado no início, o tratamento pode ter uma taxa de sucesso extremamente elevada”, acrescenta o documento.

 

O comunicado faz ainda referência ao facto de as doenças oncológicas serem a segunda principal causa de morte em Portugal e, por isso, uma das prioridades inscritas no Plano Nacional de Saúde.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.
 

 

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