Venda de medicamentos online em alta

Lei portuguesa prevê multa a quem vender medicamentos na web

22 agosto 2003
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Um milhão de norte-americanos compra medicamentos através da Internet, grande parte deles sem receita médica.
 

 

Em Inglaterra, um estudante universitário suicidou-se em Junho deste ano depois de ter experimentado 23 tipos de drogas diferentes, compradas online. Neste país, o número de cibernautas que adquire medicamentos desta forma ronda os 600 mil.
 

 

Em Portugal, o Infarmed não conseguiu ainda quantificar o número de utilizadores deste tipo de sites.
 

 

A lei portuguesa prevê, no entanto, uma multa a quem vender medicamentos através da Internet que pode ir dos 25 euros (5 mil escudos) aos 30 mil euros (cerca de 6 mil contos). A venda de comprimidos só pode ser feita nas farmácias e não há, até ao momento, conhecimento de sites nacionais a operarem nesta área.
 

 

Apesar de tudo, qualquer cidadão português poderá adquirir fármacos nos sites de outros países, sem nenhum controlo. O Infarmed alerta para os riscos que um doente pode correr, em termos de qualidade do medicamento, e sublinha os elevados custos para adquirir produtos farmacêuticos noutros países.
 

 

Uma rápida pesquisa pela Internet apresenta dezenas de sites com ofertas ilimitadas de drogas, acessíveis a qualquer utilizador, sem receita médica. Alguns ainda fornecem aos consumidores uma lista de medicamentos de A a Z, desde o anabolizante Abolon ao medicamento Zyprexa, para a esquizofrenia.
 

 

Fonte: Diário de Notícias

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