Uso de cigarros electrónicos desaconselhado

Aviso do INFARMED

22 agosto 2011
  |  Partilhar:

O uso de cigarros electrónicos, também chamados de e-cigarros, foi desaconselhado pelo INFARMED (Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde) alegando que estes, tal como os convencionais, podem induzir dependência, independentemente da quantidade de nicotina dispensada.

 

Numa circular divulgada no sítio da internet, o INFARMED indica que até ao momento “não tem qualquer autorização ou registo para este tipo de produtos, nem como medicamento, nem como dispositivo médico”.

 

Assim, é desaconselhada a utilização deste tipo de produtos, por não ser possível assegurar a sua qualidade, segurança e eficácia/desempenho. O enquadramento do cigarro electrónico enquanto medicamento, dispositivo médico ou produto de consumo geral, depende do seu conteúdo em nicotina, da sua indicação de uso, e se essa é, ou não, uma finalidade médica. A Autoridade Nacional do Medicamento lembra que “os fins médicos devem ser devidamente fundamentados, com dados clínicos e científicos, e esses dados têm que ser submetidos às autoridades competentes para avaliação”.

 

No ano passado, a Organização Mundial de Saúde (OMS) tinha esclarecido que não considera os cigarros electrónicos como um sistema de ajuda ao abandono do tabagismo e que os mesmos contêm aditivos químicos que podem ser tóxicos.

 

Os cigarros electrónicos, cuja forma lembra a dos cigarros “normais”, são geradores de aerossóis que produzem fumo artificial aromatizado, com ou sem nicotina.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

Partilhar:
Ainda não foi classificado
Comentários 0 Comentar

Comente este artigo

CAPTCHA
This question is for testing whether you are a human visitor and to prevent automated spam submissions.
Incorrecto. Tente de novo.
Escreva as palavras que vê na imagem acima. Digite os números que ouviu.