Uso da Contracepção Oral de Emergência duplicou em Portugal entre 2002 e 2005

Dados apresentados na Conferência Internacional de Farmacoepidemiologia

28 agosto 2006
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O uso da Contracepção Oral de Emergência quase duplicou em Portugal entre Janeiro de 2002 e Novembro de 2005, segundo um estudo apresentado na 22ª Conferência Internacional de Farmacoepidemiologia.
 

 

De acordo com os resultados da investigação, o uso da Contracepção Oral de Emergência (COE) aumentou de 9.189 unidades, em Janeiro de 2002, para 17.704 unidades, em Novembro de 2005.
 

 

Os investigadores identificaram assimetrias regionais no consumo deste medicamento, com o Algarve e os Açores a registarem o maior número de unidades vendidas. Segundo o estudo, 79,6% das consumidoras da COE usam contracepção regular, sendo que 31% elege a contracepção hormonal oral (pílula) como o seu método anticoncepcional.
 

 

A COE com o Levonorgestrel como substância activa, vendida sem receita médica, representou 95% de todas as pílulas do dia seguinte adquiridas e constantes do estudo. A esmagadora maioria (90,5%) das mulheres que adquiriu este medicamento tomou-o conforme recomenda o folheto informativo.
 

 

Fonte: Lusa
 

MNI-Médicos Na Internet
 

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