Urgências da Maternidade Alfredo da Costa no limite da capacidade

Fecho foi ponderado esta semana

03 setembro 2008
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O fecho das urgências na Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa, foi na madrugada de quarta-feira "ponderado", depois de mais um turno com falta de pessoal, uma situação que tem aumentado as reclamações de utentes que se queixam de esperar cada vez mais, de acordo com uma reportagem difundida pela agência Lusa.
 

 

A falta de médicos nesta maternidade, que é a maior do país, tem vindo a agravar-se desde 2006 e tem como principal causa a transferência de médicos para o sector privado e o envelhecimento dos profissionais, que podem, por isso, solicitar horário reduzido e recusar fazer urgências. Dos 45 obstetras da MAC, 21 tem mais de 50 anos.
 

 

Com mais de 20 partos por dia e mais de cem atendimentos urgentes diários, a MAC tem vindo a recorrer ao trabalho de empresas que, a custos muito mais elevados do que os pagos aos profissionais da instituição, têm assegurado a existência do número de médicos obrigatório.
 

 

A coordenadora do serviço de urgências da MAC, Clara Soares, disse à Agência Lusa que os profissionais estão “no limite da capacidade” e que, para manter as portas abertas, os médicos e enfermeiros fazem turnos sucessivos, começando a revelar um "cansaço preocupante".
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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