Unidades materno-infantis devem continuar a investir na área

Recomendação da Direcção-Geral da Saúde

17 agosto 2010
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Numa circular dirigida aos serviços que intervêm na área da saúde sexual e reprodutiva, a Direcção-Geral da Saúde (DGS) lançou um alerta para que a contenção de despesas no Serviço Nacional de Saúde (SNS) não seja impeditiva de as unidades materno-infantis continuarem a investir nesta área sob pena de se retroceder nos ganhos em saúde já alcançados.

 

 “As modificações sociais que se têm registado nos últimos anos, a par das dificuldades económicas e da necessidade de contenção das despesas no SNS, colocam desafios acrescidos, que devem ser equacionados de forma a não comprometer os ganhos em saúde materna e infantil”, refere a circular da DGS, citada pela agência Lusa.

 

Diz a DGS que “não deve ser reduzida a mobilização e atribuição de recursos humanos e meios tecnológicos na área do diagnóstico pré-natal, vigilância da gravidez e intraparto. Caso contrário, haverá risco de aumento da morbimortalidade materna e perinatal”.

 

Outra recomendação da DGS passa pelos serviços assegurarem a disponibilidade de meios contraceptivos e manterem o investimento na formação dos profissionais de saúde.

 

A circular surge depois da recomendação feita em Junho pelo Parlamento ao Governo para que reafirme o seu compromisso de cumprir os objectivos para o Desenvolvimento do Milénio de redução da mortalidade infantil e de melhoria da saúde materna. Em Portugal, os indicadores de mortalidade materna, neonatal e infantil enquadram-se actualmente nos objectivos a atingir até 2015.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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