União Europeia contra farmácia à portuguesa
07 fevereiro 2002
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O Comité da União Europeia das Farmácias Sociais considera que «não há justificação para que a propriedade das farmácias continue na titularidade exclusiva de farmácias do sector privado», e manifestou o seu total apoio «à alteração do regime jurídico da titularidade das farmácias portuguesas».
 

 

Esta posição foi assumida durante uma reunião do Comité, realizada a 1 de Fevereiro, em Bruxelas, tendo sido apoiada por todos os países membros, de que fazem parte a Bélgica, França, Suíça, Holanda, Inglaterra e Itália. Este pronunciamento, aprovodado por unanimidade, resultou de uma moção apresentada por instituições de solidariedade social portuguesas.
 

 

No texto, pode ler-se: «A União Europeia das Farmácias Sociais (UEFS) apoia com vigor a intenção publicamente manifestada de vir a ser autorizada, em Portugal, a abertura de novas farmácias sociais». E, em tom mais enfático, acrescenta: A UEFS «repudia toda e qualquer manifestação contrária a esta medida, de incalculável benefício para o sector social em Portugal e de forte contributo para a alteração do regime jurídico da titularidade das farmácias portuguesas».
 

 

Ver mais em: Diário de Notícias
 

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