Um terço dos portugueses já praticou sexo inseguro

Resultados de um inquérito internacional sobre sexualidade

04 janeiro 2006
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Um terço dos portugueses questionados num inquérito internacional sobre sexualidade admitiu já ter praticado sexo inseguro (sem preservativo e sem conhecer a história do parceiro), o que vai ao encontro de estudos efectuados a nível nacional sobre esta matéria.
 

 

Nas conclusões do mega-inquérito sobre comportamento sexual levado a cabo pela empresa Durex em 41 países, os portugueses dizem ter tido acesso a educação sexual pela primeira vez (quase aos 14 anos). A este nível, apenas somos ultrapassados pelos inquiridos de vários países asiáticos.
 

 

Quase metade dos portugueses defende, a propósito, que o investimento dos governos deve ser orientado maioritariamente para a educação sexual nas escolas. A esmagadora maioria (86 por cento) acredita que os jovens devem ser encorajados a praticar sexo seguro e apenas dois por cento advoga o incitamento à abstinência sexual antes do casamento.
 

 

É a nona vez que a Durex leva a cabo um inquérito deste tipo e este ano foram ouvidas mais de 317 mil pessoas sobre questões tão díspares como a da regularidade das relações sexuais, a idade em que as pessoas começaram a ter educação sexual e em que perderam a virgindade.
 

 

MNI-Médicos Na Internet
 

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