Um terço dos doentes com paragens cardíacas não recebe reanimação atempadamente

Trabalho publicado no “New England Journal of Medicine”

22 janeiro 2008
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Cerca de um terço dos doentes que têm uma paragem cardíaca nos hospitais norte-americanos não recebe atempadamente reanimação eléctrica, método essencial para evitar a morte ou danos cerebrais, revela um estudo científico.
 

 

De acordo com a investigação publicada na edição do “New England Journal of Medicine”, aqueles que não recebem rapidamente corrente eléctrica com um desfibrilador (equipamento electrónico que emite choques eléctricos para restabelecer o ritmo cardíaco) estão mais propensos a morrer, a sofrer danos cerebrais ou a ficar incapacitados. Por cada minuto de atraso, as hipóteses de sobrevivência diminuem.
 

 

Segundo o estudo, 39% dos doentes com paragens cardíacas que foram reanimados imediatamente no hospital sobreviveram, comparativamente com os 22% que receberam semelhante tratamento passados dois minutos.
 

 

A equipa de investigação, liderada pelo cardiologista Paul S. Chan, de Kansas City, trabalhou dados de 369 hospitais, que incluíam 6.789 casos de enfarte do miocárdio provocados por ritmo cardíaco anormal (mais facilmente recuperável com um choque eléctrico) e ocorridos em unidades de cuidados intensivos ou de internamento.
 

 

Fontes: Lusa e Imprensa Internacional
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.
 

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