UEFA e McDonald s negam discriminação de crianças deficientes
07 março 2004
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A UEFA e a McDonald s negaram na semana passada ter discriminado crianças com deficiências mentais ou físicas na iniciativa «acompanhantes de futebol McDonald s», que pretende levar 500 crianças portuguesas aos jogos do Euro2004.Num comunicado conjunto, a UEFA e a McDonald s afirmaram que o «programa está aberto a todas as crianças que sejam capazes de desfrutar esta experiência e de acompanhar as actividades» incluídas no programa durante todo o dia do jogo.A polémica surge na sequência de uma circular enviada pela Câmara de Lisboa às escolas básicas de Lisboa, assinada pela vereadora da Educação da CML, Helena Lopes da Costa, que especifica que as crianças, entre os seis e os dez anos, não podem «possuir deficiência física ou mental em virtude da necessidade de acompanhamento especial», colocando entre parênteses «pedido do McDonald s».Segundo Isabel Brito, do departamento de comunicação da McDonald s, o regulamento da UEFA, que traça as linhas da iniciativa, «só especifica que as crianças têm de estar nas suas capacidades físicas e mentais para que possam desfrutar das actividades, sem necessitarem do acompanhamento de um adulto».Num comunicado enviado na noite de quinta-feira à agência Lusa, a vereadora da Educação anunciou que a CML voltou atrás na decisão de aderir à iniciativa do McDonald s.Fonte: Lusa

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