Tuberculose humana descoberta em esqueletos com nove mil anos

Estudo publicado na PLoS One

16 outubro 2008
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Investigadores israelitas descobriram casos de tuberculose humana em esqueletos com nove mil anos, o que faz recuar três mil anos o aparecimento dos primeiros casos conhecidos da doença, segundo um estudo divulgado na revista científica norte-americana PLoS One.
 

 

O exame directo do ADN das ossadas confirmou também a teoria de que a Tuberculose bovina evoluiu mais tarde do que a Tuberculose humana.
 

 

A investigação contribui para um melhor conhecimento das alterações da bactéria ao longo de milénios e ajuda a compreender a sua evolução futura.
 

 

As ossadas, que se julga serem de uma mãe e de um filho, foram descobertas em escavações feitas em Alit-Yam, uma aldeia neolítica com nove mil anos submersa ao largo da costa de Haifa, em Israel, durante milhares de anos.
 

 

Israel Hershkovitz, do departamento de Anatomia da Universidade de Telavive, detectou as lesões ósseas características da tuberculose em esqueletos da aldeia, que é uma das mais antigas povoações que apresenta sinais de ter tido gado domesticado.
 

 

Fontes: Lusa e Imprensa Internacional
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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