«Trombose» mata dois portugueses por hora

AVC: uma catástrofe evitável

30 março 2004
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Dois portugueses morrem por hora devido a Acidente Vascular Cerebral (AVC) e um quinto dos cerca de 300.000 que sobreviveram à chamada «trombose» passaram a depender totalmente de terceiros.No «Dia Nacional do Doente com AVC», que é hoje assinalado pela primeira vez para sensibilizar a população, o presidente do Grupo de Estudos das Doenças Cerebrovasculares da Sociedade Portuguesa de Neurologia, Freire Gonçalves, realçou à Agência Lusa que em Portugal aquela doença mata anualmente vinte mil pessoas.Segundo aquele especialista, trata-se da principal causa de morte em Portugal, com uma incidência superior à de que qualquer outro país da União Europeia, mas é, também, «uma catástrofe evitável».Segundo os especialistas, «é possível diminuir o risco de vir a sofrer um AVC», o que passa por medir regulamente a tensão arterial (a hipertensão é o principal factor de risco), consultar o médico em caso de diabetes, controlar os valores do colesterol e o peso, não fumar e não beber bebidas alcoólicas em excesso.Por outro lado, cerca de 300 mil portugueses vivem com marcas de AVC (também designado por «trombose», «derrame» ou «embolia»), metade dos quais tem «alguma incapacidade» e um quinto está totalmente dependente de terceiros, adiantou o neurologista. Fonte:Lusa

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