Troca de seringas passa a ser feita nos centros de saúde

Declarações do diretor do Programa Nacional de Prevenção e Controlo da Infeção VIH/Sida

10 janeiro 2013
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Os centros de saúde vão passar a assegurar o programa de troca de seringas sob orientação dos departamentos de saúde pública e em colaboração com os serviços partilhados do Serviço Nacional de Saúde, revelou o diretor do Programa Nacional de Prevenção e Controlo da Infeção VIH/Sida (PNVIH).
 

De acordo com António Diniz, com esta medida, um terço do programa de troca de seringas, que era antigamente feito nas farmácias, fica integralmente assegurado pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS).
 

A notícia avançada pela agência Lusa refere ainda que os restantes dois terços continuam a cargo de organizações governamentais e não governamentais, e pelos postos móveis.
 

“O programa ‘diga não a uma seringa em segunda mão’ fica, assim, ancorado no SNS e a ele podem juntar-se todos os interessados em participar no programa”, afirmou.
 

As unidades locais de saúde pública ficam responsáveis pela orientação deste programa nos cuidados de saúde primários, porque a elas “compete a participação em programas de saúde prioritários”, explicou.
 

Segundo o responsável, o programa vai também ser aplicado nos centros de resposta integrada, na dependência das Administrações Regionais de Saúde (ARS) e serão reforçadas as parcerias em algumas zonas mais problemáticas, como é o caso do distrito de Setúbal.
 

António Diniz adiantou ainda que o programa de troca de seringas vai ser alargado às autarquias e às Juntas de Freguesia, que já começaram a ser contactadas e mostraram interesse.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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