Transporte infantil: profissionais de saúde vão receber formação

Programa criado pela Direção-Geral de Saúde

07 fevereiro 2013
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Os profissionais dos centros de saúde e dos hospitais com maternidade vão receber uma formação para aconselhar as famílias sobre como devem transportar os bebés e crianças em segurança.
 

Enquadrado no Programa Nacional de Prevenção de Acidentes, a Direção-Geral de Saúde (DGS), a Fundação MAPFRE, a Associação para a Promoção da Segurança Infantil (APSI) e a Dorel Portugal vão assinar na próxima sexta-feira, no Hospital São Francisco Xavier, em Lisboa, um protocolo de colaboração para o projeto “Bebés, Crianças e Jovens em Segurança”.
 

A presidente da APSI explicou à agência Lusa que este programa foi criado pela DGS e visa “promover o transporte seguro das crianças no automóvel, desde a alta da maternidade”.
 

Este é um plano de formação para profissionais das unidades de saúde, para que fiquem capacitados e treinados na segurança e transporte da criança no automóvel e na escolha e instalação do sistema de retenção mais adequado para bebés e crianças.
 

“Além de capacitar os profissionais de saúde, também se pretende dar recursos a estes estabelecimentos de saúde para fazerem o aconselhamento às famílias, através da distribuição de brochuras, cadeirinhas e de um simulador de automóveis, onde as famílias poderão treinar a sua instalação”, disse Sandra Nascimento.
 

De acordo com Sandra Nascimento, alguns ACES e hospitais com maternidades já tinham algumas iniciativas nesta área, “mas não havia um programa e orientações técnicas que homogeneizassem essa intervenção”.
 

responsável salientou ainda a importância do programa a nível da segurança rodoviária, lembrando que os acidentes “ainda são a maior causa de morte nas crianças e nos jovens, apesar de terem diminuído muito nos últimos anos”.
 

Sandra Nascimento refere que a taxa de utilização de cadeirinhas tem aumentado muitos nos últimos anos: “Em 1996, menos de 20% das famílias utilizavam cadeirinha, agora são menos de 20% os que não a utilizam”.
 

“Houve um aumento de utilização de cadeirinhas. No entanto, nós temos observado que o transporte, a escolha e a instalação da cadeirinha, em metade dos casos, não estão feitos de forma correta”, disse.
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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