Transplantes hepáticos de dadores vivos dão melhores resultados...

...embora impliquem mais riscos para os dadores

02 junho 2005
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Os transplantes de fígado feitos com órgãos de pessoas vivas dão melhores resultados do que os realizados a partir de dadores mortos, indica um estudo publicado pela revista Archives of Surgery.
 

 

Segundo a investigação, as crianças que recebem uma secção do órgão de um dador vivo têm melhores possibilidades de sobrevivência do que quando a recebem de uma pessoa falecida. O fígado é um dos poucos órgãos que pode regenerar-se, o que permite o transplante de uma só parte desse órgão, especialmente em crianças.
 

 

Mary Austin, do Centro Médico da Universidade de Vanderbilt, em Nashville (Tennessee) e autora do estudo, disse que embora envolva riscos para o dador, o transplante «in vivo» é uma técnica que ajuda a superar a actual escassez crítica de órgãos.
 

 

De acordo com dados dos últimos 17 anos deste procedimento nos Estados Unidos, o êxito com dadores vivos foi de 73 por cento, em comparação com 63 por cento nos casos em que o órgão proveio de um dador morto.
 

 

Fonte: Lusa
 

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