Transplantes com dador vivo avançam sem seguro

Autoridade para os Serviços de Sangue e de Transplantação envia circular a hospitais

29 janeiro 2008
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Os transplantes com dador vivo vão avançar nos hospitais actualmente autorizados, apesar de ainda não existir um seguro que proteja o dador.
 

 

De acordo com o jornal “Diário de Notícias”, a Autoridade para os Serviços de Sangue e de Transplantação (ASST) enviou àquelas unidades uma circular, onde estabeleceu que a dádiva e colheita de órgãos em vida não pode ser condicionada pela existência de um seguro.
 

 

A situação foi desbloqueada pela ASST no dia 22 e a solução não difere muito da que existia antes da lei 22/2007. O dador terá direito a assistência médica e a ser indemnizado pelos danos sofridos.
 

 

O hospital tem de assegurar esses direitos ou, se possível, transferir a responsabilidade para uma seguradora. Até à celebração de um seguro, "cabe aos hospitais garantir a satisfação dos encargos", nomeadamente o "ressarcimento dos danos sofridos".
 

 

A situação chegou a parar a realização de transplantes no Hospital de Santa Cruz.
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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