Trabalhadores dos aeroportos portugueses sentem-se mal preparados para lidar com passageiros infetados pelo Ébola

Alerta dado pelo Sindicato dos Trabalhadores da Aviação (SITAVA)

20 agosto 2014
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O Sindicato dos Trabalhadores da Aviação (SITAVA) denuncia falta de informação e formação sobre o Ébola e dá conta que os milhares de trabalhadores dos aeroportos portugueses, em especial aqueles que acolhem voos e passageiros provenientes de países de maior risco no que respeita a este vírus, estão preocupados face à possibilidade de serem confrontados com um passageiro infetado e não saberem como agir nem como se precaver.


O Sindicato enviou uma missiva ao presidente do INAC (Instituto Nacional da Aviação Civil), com conhecimento do Ministério da Saúde e Direção Geral da Saúde, alertando para esta situação.


Ainda que em declarações antigas da Direção Geral da Saúde, tenha sido afirmado que os funcionários que fazem o check-in, embarque e desembarque fazem “um controlo” dos passageiros e acionam um protocolo se encontrarem sinais de doença, Armando Costa, do SITAVA, diz que estes trabalhadores não receberam quaisquer orientações ou ações de formação que lhes permitam fazer esse controlo. O sindicalista diz que o referido protocolo consiste simplesmente num documento, afixado entre horários e outras informações, “que diz quais os sintomas do Ébola e diz, de forma genérica, que se alguém encontrar esses sintomas deve chamar um supervisor e este depois avaliará”.


O SITAVA considera que esta questão tem sido tratada de forma leviana e sublinha que a única coisa que os trabalhadores exigem é que lhes sejam prestados esclarecimentos e informações pessoalmente.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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