Trabalhadores da Linha Saúde 24 em protesto

Recusa da imposição de cortes salariais

27 dezembro 2013
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O funcionamento da Linha Saúde 24 está em risco perante a ameaça de despedimento de cerca de 75% dos trabalhadores que se recusam a aceitar a imposição de cortes salariais.
 
Os trabalhadores planeiam solicitar reuniões urgentes ao ministro da Saúde e aos grupos parlamentares e admitem outras “formas de luta”. 
 
Em declarações à agência Lusa, o enfermeiro Tiago Pinheiro, da comissão informal de comunicadores da Linha Saúde 24 – Linha de Cuidados de Saúde (LCS), explicou que a administração da linha, gerida agora pelo consórcio Optimus e Teleperformance, decidiu “impor unilateralmente” uma redução de cerca de 20% da remuneração, que passará a rondar os quatro a cinco euros/hora (valor líquido). Propõe também um corte de 50% na remuneração das horas diurnas especiais e nas horas noturnas.
 
“Após anos a trabalhar para o Serviço Nacional de Saúde, no atendimento telefónico especializado de doentes, vimos a nossa dedicação e profissionalismo ser recompensada com a imposição unilateral de uma redução salarial”, acusam os trabalhadores.
 
De acordo com um comunicado divulgado após a realização do plenário do passado domingo, os trabalhadores informaram que irão pedir uma reunião com a Comissão Parlamentar de Saúde, uma inspeção à Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) e divulgar a situação junto da opinião pública.
 
ALERT Life Sciences Computing, S.A.
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