Teste sanguíneo pode indicar risco de Demência

Estudo publicado no “Annals of Neurology”

08 abril 2009
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Investigadores belgas, do Flanders Institute for Biotechnology, criaram um teste que determina o risco de desenvolvimento de demência frontotemporal, ao medir os níveis da proteína progranulina no sangue.

 

A demência frontotemporal é o segundo tipo mais comum de demência, ultrapassada apenas pela doença de Alzheimer.

 

De acordo com os investigadores, liderados pela bióloga molecular Christine Van Broeckhoven, um defeito genético no cromossoma 17 é o responsável pela larga percentagem de famílias com esse tipo de demência. Este problema genético conduz a uma redução considerável de produção da proteína progranulina pelo organismo.

 

Segundo o estudo publicado no “Annals of Neurology”, os cientistas confirmaram que a deficiência desta proteína leva à morte de células cerebrais no lobo frontal do cérebro, causando a demência frontotemporal. E a falta de progranulina também parece estar envolvida noutras doenças cerebrais, tais como a doença de Alzheimer e a esclerose lateral amiotrófica.

 

O novo exame foi desenvolvido tendo por base estas descobertas. Segundo os cientistas, é um teste mais simples do que os actuais exames genéticos e poderá ser utilizado em larga escala para detectar a doença antes do aparecimento dos primeiros sintomas.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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