Teste sanguíneo pode conduzir à detecção precoce de Alzheimer
22 março 2002
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Medir os níveis de uma proteína no sangue pode ajudar a
 

identificar as alterações cerebrais provocadas pela doença de Alzheimer antes de surgirem outros sintomas, indica um estudo publicado na revista "Science".
 

 

Investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade de
 

Washington (Saint Louis, Missouri) já tinham verificado
 

anteriormente que injectar anti-corpos nos ratos provocava um afluxo na corrente sanguínea de amilóide beta, uma proteína que forma as placas destruidoras de neurónios no cérebro.
 

 

Agora, o novo estudo, realizado também com base em ratos, demonstra que o nível de amilóide beta no sangue depois da injecção de anti-corpos é uma indicação da quantidade de placas que se formam no cérebro, afirmou David Holtzman, um neurologista da Universidade de Washington e especialista na doença de Alzheimer.
 

 

Holtzman, co-autor do estudo que vai ser publicado na
 

"Science", afirmou que, embora a técnica funcione nos ratos que desenvolvem Alzheimer, uma doença neurodegenerativa, não se sabe ainda se é útil em seres humanos.
 

 

Fonte: Lusa
 

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