"Teste do pezinho" aponta para mais 97 nascimentos no primeiro semestre

Dados do Programa Nacional de Diagnóstico Precoce

16 julho 2018
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No primeiro semestre deste ano em Portugal foi registado um total de 41.786 nascimentos, mais do que no mesmo período do ano passado, anunciou a agência Lusa.
 
Esta subida nos nascimentos no país foi apurada no âmbito do Programa Nacional de Diagnóstico Precoce, conhecido como “teste do pezinho”. Este programa é coordenado pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), através da sua Unidade de Rastreio Neonatal, Metabolismo e Genética, e cobre a quase totalidade de nascimentos.
 
Entre janeiro e junho, foram feitos 41.786 “testes do pezinho”, tendo sido no primeiro mês do ano que se registou o valor mais alto: 7.789 testes.
 
O valor referente aos primeiros seis meses deste ano representa um ligeiro crescimento face ao mesmo período de 2017, tendo sido feitos mais 97 “testes do pezinho”, ou seja, mais 0,2%.
 
Já em relação a 2016, o número deste ano representa uma queda de 2,2% no número de nascimentos, já que no primeiro semestre daquele ano foram feitos 42.758 “testes do pezinho”.
 
Os dados referentes a este ano mostram que o maior número de nascimentos aconteceu nos distritos de Lisboa e do Porto, com a capital a registar 12.501 testes e o Porto 7.462.
 
Na ponta oposta ficaram os distritos de Bragança e Portalegre, onde os números de nascimentos foram os menores do país: 279 e 332, respetivamente.
 
O “teste do pezinho” é realizado a partir do terceiro dia de vida do recém-nascido, através da recolha de umas gotículas de sangue no pé da criança, e permite diagnosticar algumas doenças graves que clinicamente são muito difíceis de diagnosticar nas primeiras semanas de vida e que mais tarde podem provocar atraso mental, alterações neurológicas graves, alterações hepáticas ou até situações de coma.
 
ALERT Life Sciences Computing, S.A.
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