Telemóveis não aumenta risco de cancro

Estudo publicado no “British Medical Journal”

24 outubro 2011
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O uso prolongado de telemóveis não aumenta o risco de desenvolvimento de tumores cerebrais, dá conta um estudo publicado no “British Medical Journal” ao qual a agência Lusa teve acesso.
 

Em Maio, a organização mundial de saúde, admitiu, com base em diversos estudos, que as radiações emitidas pelos telemóveis eram “possivelmente carcinogénicas para os humanos.”
 

Neste estudo, uma equipa de investigadores dinamarqueses avaliaram, entre 1990 e 2007, o estado de saúde de cerca de 358.403 assinantes de serviço do telemóvel, em comparação com o resto da população. No total foram diagnosticados 10.729 tumores do sistema nervoso central.
 

Os investigadores, liderados por Patrizia Frei, constataram que para os indivíduos que já utilizavam o telemóvel há 13 ou mais anos, as taxas de glioma ou de meningioma (um tipo de tumor cerebral) eram bastante semelhantes às dos não-assinantes, com variações “pouco significativas” e independentes da duração do serviço de assinatura.
 

Contudo, apesar destas descobertas, os investigadores não excluem a possibilidade de aumento do risco de cancro para os utilizadores de telemóvel há mais de 15 anos.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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