Taxa de mortalidade nas estradas portuguesas diminui
04 abril 2001
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A taxa de mortalidade nas estradas portuguesas registou uma quebra entre 1992 e 1998, descendo de 248 por milhão de habitantes para 185.
 

 

Desta forma, Portugal foi substituído pela Grécia na liderança dos países comunitários com mais vítimas mortais nas estradas.
 

 

Os números constam de um estudo do Eurostat sobre "Mortes nas estradas da Europa", divulgado hoje em Bruxelas e que salienta uma diminuição geral no espaço europeu de vítimas mortais nas vias comunitárias, entre 1988 e 1998, em cerca de 20 por cento.
 

 

Apesar da evolução portuguesa ser positiva, o número de mortos nas estradas é ainda muito elevado em relação aos restantes parceiros comunitários: a Bélgica e a França estão abaixo das 150 vítimas mortais por milhão de habitantes e o Reino Unido e a Suécia registam a taxa de mortalidade mais baixa, na ordem dos 60.
 

 

A distribuição da quantidade de vítimas mortais nas estradas portuguesas difere, no entanto, de região para região, sendo as Beiras, o Alentejo e o Algarve as zonas mais atingidas.
 

 

"As taxas de mortalidade elevadas nas regiões de Portugal e da Grécia podem significar uma associação entre o rápido aumento de viaturas particulares e uma rede rodoviária pouco moderna", lê-se no estudo.
 

 

Portugal é, precisamente, o país dos Quinze que mais aumentou a quantidade de viaturas em circulação: de 2,13 milhões de carros particulares em 1988, passou para 4,59 milhões dez anos depois.
 

 

Fonte: Lusa

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