SPAIC apresenta novo site que vai ajudar no combate às Alergias

ALERT Life Sciences Computing responsável pelo desenvolvimento do projecto

10 maio 2007
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Com a chegada da Primavera, chega também uma maior concentração de pólenes responsáveis por várias patologias respiratórias. Para ajudar doentes e profissionais de saúde no combate a estes problemas, a Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC) apresentou esta semana o novo site que tem como principal destaque a disponibilização do Boletim Polínico de diversas cidades portuguesas.
 

 

Desenvolvido pela empresa portuguesa ALERT Life Sciences Computing, S.A., o novo site (www.rpaerobiologia.com) pretende, segundo Mário Almeida, presidente da SPAIC, ser um espaço de enorme utilidade para os cidadãos, sejam eles os próprios doentes, investigadores, arquitectos, jornalistas ou autarquias, entre outras entidades.
 

 

Segundo dados da SPAIC, em Portugal 25% da população tem Rinite Alérgica, 10% padece de Asma e 10% sofre de urticária. Outro dado importante reforça a necessidade do tratamento: 40% das pessoas que sofrem de Rinite podem vir a desenvolver Asma. Embora a alergia seja uma patologia que não tem cura, se se conhecerem bem as suas formas e agentes causadores consegue-se facilmente controlá-la.
 

 

Daí a enorme “utilidade para a saúde pública” deste novo site, segundo Miguel Rocha, membro do Conselho de Administração da Alert Life Sciences Computing, S.A., a empresa responsável pelo desenvolvimento da nova ferramenta.
 

 

Através do site, os utilizadores poderão obter informações em tempo real sobre alguns dos factores ambientais, nomeadamente os registos polínicos a nível nacional, consultar as recomendações dos especialistas sobre os respectivos dados, fazer perguntas e obter respostas directamente dos especialistas em Alergologia, bem como testar os conhecimentos e consultar literatura sobre a patologia.
 

 

Ainda de acordo com o líder responsável pelo desenvolvimento do novo site, a primeira página foi desenhada para ser uma ferramenta de “fácil utilização, ágil e interactiva”.
 

 

Deste modo, algumas das novidades desta ferramenta assentam no facto de se poder pesquisar pelo tipo de pólen, recolhendo assim informações dirigidas ao tipo de necessidade de cada utilizador, mas também permite a recepção de uma newsletter que, mediante subscrição, envia ao utilizador dados específicos por pólen, região e período.
 

 

É de salientar que todos estes dados são actualizados em tempo real e agrupados num histórico que podem ser consultados, a posteriori, pelos doentes e profissionais de saúde.
 

 

Disponível em português e inglês, esta plataforma poderá comportar novas línguas, de modo a que seja consultada por cidadãos estrangeiros de visita a Portugal, e assim possam, mediante a análise dos dados, planear a visita de um modo mais seguro para a sua saúde.
 

 

Para o sub-director Geral da Saúde, José Robalo, esta nova ferramenta é uma mais-valia, “no sentido em que serve para transmitir mais informação aos doentes, dando-lhes mais hipóteses de controlarem a sua doença”.
 

 

Segundo o especialista, “não são só os doentes que beneficiam (desta ferramenta): os profissionais de saúde têm a vantagem de saber os níveis polínicos, e, desse modo, chegarem a um diagnóstico mais rápido, sem necessidade de efectuarem tantos exames clínicos”.
 

 

No futuro, e segundo a SPAIC, Portugal terá reunidas as condições para “fazer nascer um mapa europeu dos pólenes” e “marcar uma dinâmica maior a nível europeu”. Este projecto da SPAIC foi co-financiado pelo Programa Operacional da Sociedade do Conhecimento (POSC).
 

 

 

Paula Pedro Martins
 

jornalista
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.
 

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