SNS exige identificação de mulheres que pratiquem IVG

Informação veiculada por fonte do ministério da Saúde

10 janeiro 2007
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As mulheres que queiram realizar uma Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG) nos hospitais públicos, se for despenalizada, têm de ser identificadas como em qualquer acto médico, caso contrário terão de fazê-lo no privado e pagar a intervenção, segundo fonte oficial.
 

 

Fonte do gabinete do ministro da Saúde adiantou que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) assegura o custo da IVG, mas apenas para as mulheres que dêem o nome aos serviços, tal como acontece com qualquer outro acto médico. Isto não significa, esclareceu a mesma fonte, que a privacidade da mulher possa ser posta em causa nos serviços de saúde públicos, tratando-se antes de um procedimento normal e comum a todos os utentes.
 

 

Sobre o custo da IVG, a mesma fonte corroborou as afirmações de António Correia de Campos que na semana passada, durante uma entrevista à SIC, enumerou o exemplo espanhol que aponta para uma despesa de cerca de 300 euros com a IVG química (comprimidos) e 700 euros no não clínico.
 

 

Fonte: Lusa
 

MNI- Médicos na Internet
 

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