Situação da Cardiologia de Intervenção em Portugal

Declarações de Henrique Cyrne Carvalho

24 dezembro 2007
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A sub-especialidade de Cardiologia de Intervenção em Portugal "está longe" de ter as condições humanas e materiais praticadas na Europa, mas próximo em termos de desempenho.
 

 

Segundo Henrique Cyrne Carvalho, um dos 60 cardiologistas seniores portugueses, em 2003, com excepção de Lisboa, não existiam salas de hemodinâmica suficientes para as necessidades do país, ou seja faltam locais específicos, com profissionais especializados para tratar Doenças Cardiovasculares graves através, por exemplo, de Angioplastias.
 

 

Estes locais estavam concentrados na região de Lisboa, com um ratio de 3,08 salas por cada milhão de habitantes, enquanto a nível nacional o número descia para 1,92 por milhão. O mesmo ratio a nível europeu é de 2,6 salas de hemodinâmica por milhão de habitante. Para atingir os números europeus eram necessárias mais três salas na região Norte, três salas no Centro e mais uma na região Sul e Ilhas, disse a mesma fonte.
 

 

Com a recente abertura, por exemplo, de uma sala deste tipo apenas dedicada à especialidade de Cardiologia no Hospital Geral de Santo António (Porto), a tónica das dificuldades centra-se na falta, a nível nacional, de operadores, os especialistas mais diferenciados da equipa.
 

 

A Cardiologia de Intervenção é uma actividade multidisciplinar que inclui dois cardiologistas seniores, um formando, dois enfermeiros, vários técnicos e um anestesista.
 

 

Fonte: Lusa
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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