Sífilis pode estar a regressar a Portugal

Estudo avalia saúde de prostitutas durante sete anos

16 novembro 2005
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A Liga Portuguesa de Profilaxia Social apresentou na semana passada alguns dados epidemiológicos que obteve ao longo de sete anos de vigência do projecto VAMP (Viatura de Apoio Móvel à Prostituição) na baixa do Porto.
 

 

No inquérito aplicado a 437 pessoas, desde 1998, 5,6 por cento afirmam ter HIV, 2,6 por cento hepatite C, 0,6 por cento hepatite B e 1,1 por cento sífilis. A maioria (66 por cento) dos utilizadores não respondem quando questionados sobre a frequência com que usam preservativo. No entanto, noticia o jornal “Público”, a liga encontrou números diferentes ao fazer análises clínicas a 61 indivíduos: Nessa amostra, a taxa de contaminação de HIV era de 3,6 por cento, a de hepatite C de quatro por cento e a de sífilis 11 por cento.
 

 

A instituição deverá, em breve, assinar um protocolo com a Administração Regional de Saúde do Norte, com o intuito de conduzir os seus utentes para o centro de saúde da Batalha/Bonfim onde poderão efectuar análises pagas pelo serviço público. Prepara-se também para lançar um projecto "na área da sífilis e dos herpes", doenças que, segundo a organização, estão de "regresso".
 

 

MNI-Médicos Na Internet
 

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