Sida: Campanhas em Portugal devem ser centradas no uso do preservativo

Henrique Barros comenta declarações de director da ONUSIDA

20 outubro 2007
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Numa entrevista ao jornal “Público”, director da ONUSIDA, Michel Sidibe considerou que a prevenção da Sida tem sido “muito mecânica” e assente na ideia “se tiver preservativos, está salvo”. Para o coordenador do programa nacional da Luta contra a Sida, em Portugal, as taxas de uso do preservativo em Portugal são "tão baixas” que é preciso continuar a centrar as campanhas de prevenção sobre este aspecto.
 

 

"Em Portugal a utilização do preservativo ainda é tão baixa que é fundamental que modifiquemos a situação. Quando atingirmos os níveis dos melhores países europeus poderemos começar a dirigir esforços também para outros aspectos", disse Henrique Barros à margem da reunião de coordenadores dos programas de Sida que juntou na semana passada representantes de 50 países em Lisboa.
 

 

“As campanhas têm que tocar diferentes problemas e responder sobretudo aos problemas de cada local. Em África, por exemplo, é fundamental promover a circuncisão porque os homens circuncidados têm menos riscos de infecção, mas isso não quer dizer que seja o bom tópico de uma campanha em Portugal”, acrescentou.
 

 

A Coordenação Nacional para a Infecção VIH/Sida lançou a 1 de Outubro uma nova campanha de comunicação, com o tema "Cinco Razões para Não Usar Preservativo", em que caras conhecidas do público dão corpo às diferentes fases da doença com o objectivo de realçarem a importância da utilização do preservativo.
 

 

Fonte: Lusa
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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