Serviços elementares de saúde e a falta de acessibilidade

Relatório do Banco Mundial e da Organização Mundial da Saúde

16 junho 2015
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Os mais elementares serviços de saúde não estão acessíveis para perto de 400 milhões de pessoas no mundo, dá conta um relatório do Banco Mundial e da Organização Mundial da Saúde (OMS).


De acordo com um novo relatório intitulado “Seguir a cobertura de saúde universal”, com dados de 2013, e ao qual a agência Lusa teve acesso, pelo menos 400 milhões de pessoas no mundo são privadas do acesso aos serviços de saúde mais elementares, como os cuidados pré-natais, a vacinação infantil, o tratamento da tuberculose ou mesmo o acesso a água potável e serviços sanitários.


“Este relatório é um sinal de alarme: ele mostra que estamos longe de atingir a universalidade dos serviços de saúde”, disse o diretor do Departamento Saúde e População do Banco Mundial Tim Evans.


O mesmo responsável defendeu que deve ser "estendido o acesso aos serviços e proteger os mais pobres das despesas de saúde que lhes causam graves dificuldades financeiras”.


O relatório que, segundo o Banco Mundial, é o primeiro a envolver os serviços de saúde em 37 países, demonstrou também que seis por cento dos habitantes nos países analisados vivem numa extrema pobreza e não dispõem de mais do que 1,25 dólares por dia para viverem.


A OMS e o Banco Mundial recomendam que os países prossigam o objetivo de uma cobertura de saúde universal pelo menos para 80% da sua população.


ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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