Serviços de saúde vão continuar a melhorar

Informação adiantada pela agência Lusa

04 janeiro 2013
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O Governo vai "continuar a melhorar a oferta de serviços" na área da saúde, informou o ministro da Saúde, Paulo Macedo. Apesar das “dificuldades” que são esperadas em 2013, irão ser abertas novas unidades, confirmou o ministro.
 

Em declarações prestadas à agência Lusa, o ministro garantiu que "temos um ano que se avizinha com dificuldades, mas também na área da Saúde as pessoas vão continuar a ter uma resposta certa, clara" e "com qualidade por todo o país".
 

"É para isso que trabalharemos em 2013, não para assegurar apenas a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde (SNS) " ao longo deste ano, mas "para o futuro", uma vez que "este mesmo SNS é essencial para a proteção da Saúde dos portugueses", afirmou ainda.
 

Paulo Macedo informou que vão entrar em funcionamento, por todo o país, um conjunto de hospitais, como foi é o caso do Hospital da Guarda, que ficará disponível para a população dentro de alguns meses.
 

Para Lisboa, o ministro deu como o exemplo o Hospital de Todos-os-Santos: "foi despachada, há três dias, a criação do grupo de trabalho que vai analisar concretamente como se pode avançar" com este novo centro hospitalar, o qual, além de "substituir seis hospitais, vai mudar a face da oferta hospitalar em Lisboa".
 

Adicionalmente, o ministro indicou os casos dos hospitais de Lamego, "que abrirá em breve", de Amarante, "que já abriu parcialmente e cujas fases seguintes serão também abertas" ainda durante o primeiro trimestre, e de Vila Franca de Xira, que está previsto para o segundo trimestre.
 

O ano de 2012 foi de implementação de "medidas pontuais" já que este ano se "desenrolou num quadro de emergência nacional". Foram adotadas "medidas absolutamente estruturais" para "tornar sustentável do Serviço Nacional de Saúde”.
 

Como exemplo, o ministro apontou a política do medicamento, as quais deram "deram resultados expressivos". "As famílias portuguesas viram, de uma forma muito acentuada, uma baixa de preços dos medicamentos. Portanto, puderam ir às farmácias e ter medicamentos durante o ano a valores muito mais baixos", o que permitiu que "continuasse acessível o medicamento".
 

Os cuidados primários vão também ter melhoramentos, com o investimento em novos centros de saúde: "o que queremos é que haja mais médicos de família para o maior número de portugueses e conseguimos isso com o acordo que fizemos com os sindicatos médicos, no sentido de haver um maior número de utentes que vai ser coberto por médicos de família", afirmou o ministro.
 

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