Serviço de Urgência do Hospital de S. Gonçalo - Amarante

Bloco de Esquerda alerta para atendimento "desumano"

12 junho 2006
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O deputado do Bloco de Esquerda João Semedo considerou que o serviço de Urgência do Hospital de S. Gonçalo, em Amarante, onde muitos dos utentes são atendidos nos corredores, funciona "em condições desumanas".O deputado bloquista visitou a unidade hospitalar, criticando o sub-orçamento a que os vários governos sujeitaram o hospital de Amarante nos últimos anos, afirmando que "o hospital tem serviços de qualidade, como a pediatria e obstetrícia/maternidade, que curiosamente agora querem encerrar e tem outros serviços péssimos, como o serviço de urgência, em condições completamente inaceitáveis nos tempos que correm". "É urgente resolver o problema da urgência e das condições desumanas em que os doentes são atendidos".João Semedo é médico e foi, até ser eleito para o Parlamento, presidente da administração do hospital Joaquim Urbano, no Porto e prometeu entregar na Assembleia da República um requerimento a questionar o Ministério da Saúde sobre as condições de atendimento na unidade hospitalar de Amarante.O deputado do BE criticou também a alegada proposta de integrar a unidade de Amarante num centro hospitalar com o Hospital Padre Américo/Vale do Sousa, em Penafiel, por considerar que é uma solução que "desvaloriza" o hospital de S. Gonçalo e o "reduz a um hospital de retaguarda", defendendo que o futuro do hospital "passa pela sua integração numa Unidade Local de Saúde (ULS) que envolva os centros de saúde de oito municípios da região do Entre Douro e Tâmega e dê cobertura na área da saúde a um universo populacional de 230 mil habitantes".Fonte: Lusa

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