Serotonina pode ser chave para síndroma da morte súbita no bebé

Estudo da Harvard Medical School

22 dezembro 2010
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Os níveis baixos de serotonina podem ser os responsáveis pela síndrome de morte súbita do lactente (SMSL), aponta um estudo da Harvard Medical SchoolKinney, EUA, que traz mais dados para compreender esta condição que tanto sofrimento traz às famílias.

 

De acordo com os cientistas, liderados por Hannah Kinney, a carência de serotonina afecta a capacidade de o bebé acordar quando a sua saúde é posta em risco por diversas causas, nomeadamente pela falta de oxigénio. A serotonina é um neurotransmissor fortemente relacionado com as funções vitais do organismo, incluindo os ciclos de sono.

 

Neste estudo, os investigadores verificaram que os níveis de serotonina de 35 bebés que morreram de SMSL foram 26% inferiores aos dos bebés que morreram de causas conhecidas. Nas autópsias realizadas aos bebés também foi observado que os níveis de triptofano hidroxilase – uma enzima importante para a produção de serotonina - eram 22% mais reduzidos nos bebés com a síndrome do que nas crianças morreram de causas diferentes.

 

De acordo com os investigadores, em comunicado enviado à imprensa, o próximo passo na investigação será o de encontrar uma maneira de identificar os bebés que sofrem desta baixa nos níveis de serotonina.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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