Seringas não esterilizadas matam 1,3 milhões de pessoas anualmente

Relatório da OMS

02 novembro 2007
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Cerca de metade das injecções administradas nos países em vias de desenvolvimento são aplicadas com seringas não esterilizadas, provocando a morte a 1,3 mil milhões de pessoas anualmente, denunciou a Organização Mundial de Saúde (OMS).
 

 

Por ano, seis mil milhões de injecções são aplicadas com seringas ou agulhas já utilizadas e não esterilizadas, o que representa 40% do total das injecções administradas nos países subdesenvolvidos, segundo dados da OMS, que avança que em alguns países, a percentagem atinge quase os 70%.
 

 

Segundo a OMS, esta prática está na origem de 5% de todos os novos casos de contaminação com o vírus da Sida e de dois milhões de novos casos de hepatite C detectados anualmente.
 

 

A OMS solicita desde 1999 a administração correcta de todas as injecções, "mas a maior parte dos países não tem condições para recorrer às novas tecnologias de esterilização", de acordo com o comunicado. As seringas mais baratas custam apenas 0,02 euros, contra os 0,10 euros que custam os modelos mais sofisticados e mais seguros.
 

 

Fontes: Lusa e Imprensa Internacional
 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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