Seguros de saúde vistos à lupa

DECO aponta várias falhas

18 dezembro 2003
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A DECO, associação de defesa de direitos do consumidor, considera que a maioria dos seguros de saúde «continua a não ser uma alternativa ao serviço público». Num artigo a ser publicado na revista Pro Teste destaca como principais problemas uma extensa lista de exclusões, a duração anual dos contratos e os períodos de carência. O panorama é de tal forma desolador que a revista nem sequer faz a sua «Escolha Acertada», uma prática habitual noutros produtos. A DECO destaca apenas um seguro, o Help Executive, da Victoria, como satisfatório, mas dificilmente acessível à maioria da população: custa 10 500 euros por ano para um casal (ambos com 35 anos) com dois filhos.  O facto de todas as apólices analisadas terem uma «extensa lista de situações que são excluídas do seguro», uma duração anual e períodos de carência e imporem pré-autorizações, leva a DECO/Pro Teste a dizer que os seguros de saúde ainda não são uma alternativa ao Serviço Nacional de Saúde. Segundo dados da Associação Portuguesa de Seguradores existiam, em 2002, 1,6 milhões de portugueses com um seguro de saúde (16% da população nacional). O estudo da DECO será publicado na revista Pro Teste (www.deco.proteste.pt) na próxima semana. Fonte: Diário Digital

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