Saúde Reprodutiva e Exposição Química

Estudo da Greenpeace

25 maio 2006
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Várias substâncias químicas têm um impacto negativo na reprodução humana, segundo um relatório da organização ecologista Greenpeace que alerta para o aumento de casos de infertilidade nos países industrializados.
 

 

No documento, intitulado "Frágil: Saúde Reprodutiva e Exposição Química", a Greenpeace recorda que nos últimos 50 anos a quantidade de esperma produzido pelo homem baixou para metade, que a fertilidade dos casais diminuiu 50 % desde 1960 e que o cancro dos testículos se tornou comum. Esta tendência, segundo a organização, é particularmente marcada em certas zonas rurais dos Estados Unidos e Canadá, bem como na Suécia, Alemanha, Noruega, Japão, Holanda, Dinamarca e América Latina.
 

 

Além disso, segundo o estudo, "a relação de natalidade rapazes/raparigas, tradicionalmente favorável aos rapazes, inverteu-se". O relatório refere que uma das causas dessa deterioração da saúde reprodutiva é a exposição humana a produtos químicos presentes em produtos tão comuns como detergentes, perfumes, cosméticos, carpetes, aparelhos electrónicos e roupa.
 

 

São denunciados em especial os alquilfenois e aparentados (detergentes e produtos de cuidado do corpo), os fetalatos (plastificantes, solventes e fixadores de certos cosméticos), os compostos organoestanhados (agroquímica, catalizadores), o bisfenol-A e derivados (produção de plástico para biberões, CD, para-brisas) e os almíscares artificiais (misturas de fragrâncias para detergentes, tecidos, amaciadores de cabelo e certos cosméticos perfumados).
 

 

Fontes: Lusa e Agências Internacionais
 

MNI- Médicos Na Internet
 

 

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