Saúde mental esquecida em Portugal
02 maio 2002
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Portugal gasta pouco com a saúde mental. Ou seja, faz parte do grupo de 65 por cento dos países que apenas disponibilizam um por cento do orçamento geral da Saúde para o tratamento de doenças do foro psicológico e comportamental. O que é "sobejamente" pouco, comparando com a dimensão que este tipo de patologia está a atingir em todo o mundo.
 

 

Esta é uma das conclusões do último relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), intitulado "Saúde Mental: Nova Compreensão. Nova Esperança", ontem divulgado em Lisboa e que a instituição espera que seja um documento de trabalho para os governos e de debate para os profissionais e população, no sentido de quebrar as barreiras da "estigmatização e da discriminação".
 

 

Como referiu ontem o representante dos serviços de saúde mental da OMS para a Europa, os números não enganam: dez a 15 por cento da população adulta mundial sofre de perturbações mentais e comportamentais, uma em cada quatro famílias tem um elemento assim e 20 por cento dos pacientes que chegam aos cuidados primários revelam tal sintomatologia.
 

 

Veja mais no: Diário de Notícias
 

 

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