Sarampo ainda mata

Mortes no mundo caem para 40 por cento em cinco anos

28 março 2005
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O número de crianças que morreu de sarampo baixou 40 por cento em todo o mundo nos últimos cinco anos, de acordo com especialistas da Organização Mundial de Saúde (OMS) e da ONU.
 

 

Apesar de ser visto como uma doença de pequena gravidade em muitos países, em locais mais pobres, o sarampo pode ser fatal, deixar a criança cega ou com problemas mentais.
 

 

Em 1999, de acordo com a OMS e a Unicef, a agência da ONU para a infância, o número de mortes causadas pelo sarampo foi de 873 mil; em 2003 tinha caído para 530 mil.
 

As entidades afirmam que esta redução deve-se sobretudo aos programas de vacinação.
 

 

As crianças malnutridas e que não são vacinadas estão especialmente sujeitas a morrer depois de contrair a doença. Quando isso acontece, não é directamente como consequência do sarampo, mas devido às complicações associadas à doença.
 

 

A região mais afectada pelo sarampo é a África, mas a OMS e a Unicef dizem que este continente também foi o que assistiu a uma redução mais acentuada do número de mortes causadas pela doença (46%).
 

 

Especialistas na área de saúde dizem que a redução no número de mortes aconteceu, em grande parte, porque os governos aderiram a um programa da OMS e da Unifef que visa assegurar a imunização de 90 por cento das crianças.
 

 

Desde 2001, um orçamento estimado em 144 milhões de euros tem vido a ajudar vários países africanos a promover campanhas de vacinação. Cada vacinação custa cerca de um euro por criança.
 

 

MNI- Médicos na Internet
 

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