Reumatologia deixa de ser beneficiada
28 fevereiro 2002
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Enquanto o Ministério da Saúde considera que o subsídio adicional de exploração concedido ao Instituto Português de Reumatologia (IPR) o coloca numa situação privilegiada, sendo-lhe por isso retirado, já o IPR - a mais antiga instituição do mundo exclusivamente dedicada ao tratamento das doenças reumáticas - garante não conseguir sobreviver sem esse financiamento.
 

 

"Caso não seja atribuída a compensação pelos serviços prestados no decurso do ano 2001, entraremos em ruptura financeira por volta do mês de Junho ou Julho", informou ontem o tesoureiro do IPR, Pilar Rodrigues. Em declarações ao Diário de Notícias, o secretário de Estado da Saúde, Francisco Ramos, disse que, tendo em conta a situação financeira do instituto, poderá ser atribuído um subsídio faseado, mas que tende a deixar de ser contemplado.
 

 

"Queremos que o instituto continue a funcionar e a funcionar bem. Não estamos é dispostos a cobrir todos os custos que nos apresentam", afirma Francisco Ramos, adiantando que à direcção do IPR a tutela vai exigir, na reunião agendada para terça-feira, "medidas de gestão mais rigorosas".
 

 

Veja mais no: Diário de Notícias
 

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