Resultados do estudo "Malaria Atlas Project"

Novo mapa assinala recuo do risco da doença

05 março 2008
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A forma mais grave de Malária ameaça cerca de 35% da população mundial (2.370 milhões), mas cada vez menos regiões correm esse risco, segundo um novo mapa mundial da doença, apresentado pela University of Oxford, no Reino Unido.  

 

O novo "atlas" mundial, denominado "Malaria Atlas Project" (MAP), o último em 40 anos, resultou de um trabalho conjunto de cientistas da universidade de Oxford, do Instituto de Investigação Médica do Quénia e do Instituto de Patógenos Emergentes da Universidade da Florida. O estudo foi financiado pela Welcome Trust, a maior organização de caridade britânica.  

 

O mapa compila estatísticas de institutos nacionais de saúde de vários países, avisos de gabinetes de turismo, informações climáticas, variedades de mosquitos vectores da infecção e inquéritos sobre os casos de Malária em quase cinco mil comunidades e 87 países.  

 

De acordo com este trabalho, publicado pela revista científica norte-americana PLoS Medicine, registam-se anualmente 500 milhões de casos de Malária, dos quais resultam mais de um milhão de mortes, sendo que 80% das vítimas, na sua maioria crianças, vivem na África intertropical.  

 

Fontes: Lusa e Imprensa Internacional  

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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