Ressonância magnética ajuda no diagnóstico precoce da esquizofrenia

Estudo publicado nos "Archives of Psychiatry"

15 setembro 2009
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A ressonância magnética funcional pode ajudar no diagnóstico precoce de algumas perturbações psicóticas como a esquizofrenia, revela um estudo publicado nos “Archives of Psychiatry”.

 

Com esta descoberta, os investigadores americanos esperam conseguir ajudar os médicos na obtenção de um diagnóstico precoce da esquizofrenia, bem como no desenvolvimento de fármacos mais eficazes para a prevenção desta doença.

 

Para o estudo, os investigadores da Columbia University, em Nova York, EUA, contaram com a participação de 18 pacientes que estavam sob risco de sofrer de psicose, os quais foram submetidos a uma ressonância magnética funcional de alta resolução que permitiu identificar as áreas do cérebro mais activas.

 

Os investigadores constataram que 70% dos participantes que desenvolveram desordens psicóticas como a esquizofrenia apresentavam uma actividade elevada numa região do hipocampo denominada “subcampo CA1”.

 

Em declarações ao sítio HealthDay, o líder da investigação, Scott A. Schobel, revela que “esperamos que a aplicação desta técnica permita melhorar o nosso conhecimento sobre quem vai desenvolver esquizofrenia ou outras doenças semelhantes, dado que um diagnóstico e uma intervenção precoce são muito importantes”.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.
 

 

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