Ressonância magnética ajuda a prever problemas de desenvolvimento em prematuros

Estudo publicado no New England Journal of Medicine

27 agosto 2006
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As imagens por ressonância magnética (MRI) ao cérebro de bebés prematuros ajudam a prever problemas de desenvolvimento das crianças no futuro, revela um estudo publicado no New England Journal of Medicine.
 

 

De acordo com o médico americano Terrie E. Inder, o MRI foi capaz de detectar anomalias no cérebro de bebés prematuros, nascidos com 30 semanas ou menos. Acompanhando as crianças até os dois anos de idade, os cientistas conseguiram criar uma escala das anomalias de forma a prever o risco de problemas cognitivos, Paralisia Cerebral ou Deficiências Visuais e Auditivas que já estejam evidentes aos dois anos.
 

 

A equipa de pediatras dos EUA, Austrália e Nova Zelândia estudou 167 bebés prematuros nos três países. Segundo Inder, a descoberta é importante dado que a técnica usada anteriormente – ultra-som – não mostrava as anomalias no cérebro das crianças.
 

 

MNI- Médicos na Internet
 

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