Relatório alerta para o perigo dos animais domésticos exóticos em contacto com crianças

Estudo “Journal of the American Academy of Pediatrics”

07 outubro 2008
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Animais domésticos exóticos e pouco comuns como roedores, répteis, ouriços-cacheiros e macacos representam um risco para saúde das crianças e das pessoas com um sistema imunitário deficiente, segundo um relatório divulgado esta semana no “Journal of the American Academy of Pediatrics”.  

 

Ter um animal pode ser positivo para as crianças, mas um grande número de animais como as tartarugas, os hamsters ou os macacos podem propagar doenças causadas por “salmonella”, “campylobacter” e parasitas “cryptosporidium”, sublinham os autores deste estudo.  

 

Os pediatras recomendam que as famílias com crianças de menos de cinco anos, particularmente vulneráveis, evitem ter este tipo de animais em casa.  

 

Segundo o relatório, dirigido por Larry Pickering, cerca de 11% dos casos de infecções por “salmonella” entre as crianças resultaram (aparentemente) de contactos com lagartos, tartarugas, e outros répteis.  

 

De acordo com o relatório, os ouriços-cacheiros, presentes em cerca de 40 mil lares nos EUA, revelaram ser origem de “salmonella” de diferente serotipos, tais como “S. Tilène” “Yersinia pseudotuberculosis” e “Mycobacterium marinum”, o que pode ser explicado pelos seus esporos poderem penetrar na epiderme. Os macacos, por seu turno, são portadores nomeadamente do herpesvírus B.  

 

Alert Life Sciences Computing, SA  

 

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