Relações sociais regulares evitam aparecimento de Demências

Estudo apresentado na International Conference on Alzheimer''s Disease

25 agosto 2008
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Uma investigação sueca apresentada na International Conference on Alzheimer''s Disease, que decorreu no fim de Julho em Chicago, EUA, refere que manter uma interacção social regular pode contribuir para que o cérebro continue saudável ao longo do processo de envelhecimento.
 

 

No estudo, liderado por Krister Hakansson, foram observados 1,449 indivíduos de meia-idade que foram novamente avaliados 21 anos depois. Na reapreciação, 139 pessoas foram diagnosticadas com uma forma de deficiência cognitiva, 48 das quais com Alzheimer. Os solteiros, separados, divorciados ou viúvos tinham registos significativamente superiores de problemas cognitivos em relação aos que viviam com outra pessoa.
 

 

Mesmo depois de avaliados factores como o colesterol, pressão arterial, hábitos tabágicos ou escolaridade, o estudo indica que quem vive acompanhado tem 50% menos hipóteses de sofrer de demência quando idoso.
 

 

Quem enviúva antes da meia-idade e não volta a ter um companheiro corre um risco seis vezes superior de sofrer da doença; quando comparados com os casados, os solteiros têm o dobro do risco, enquanto os divorciados a partir da meia-idade chegam a triplicar as hipóteses de sofrer da doença.
 

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.
 

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