Registo nacional de objectores de consciência no caso da IVG

Ordem dos Médicos apela a regulamentação

21 junho 2007
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O bastonário da Ordem dos Médicos (OM), Pedro Nunes, considera que a Ordem dos Médicos deve centralizar o registo nacional dos objectores de consciência, para evitar situações em que um médico é objector no serviço público e não o é no privado.
 

 

O responsável diz que o registo não está previsto na regulamentação e que manifestou ontem esta disponibilidade ao ministro da Saúde. Luís Graça, presidente do colégio da especialidade de Obstetrícia da OM vai mais longe, defendendo que a OM terá de ser informada pelas direcções clínicas dos hospitais da lista de objectores por "prudência".
 

 

Se um médico for objector de consciência no público e praticar interrupções de gravidez no sector privado isso corresponderá a "um delito fortíssimo em termos de deontologia", justificou.
 

 

Fontes: Público e Lusa
 

MNI- Médicos na Internet

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