Redução de oxigénio e da pressão atmosférica em aviões não favorece casos de trombose

Estudo publicado no Journal of the American Medical Association

20 maio 2006
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A redução de oxigénio e da pressão atmosférica nas cabinas dos aviões em voos de longa duração em nada aumenta o risco de trombose, revela um estudo publicado no Journal of the American Medical Association.
 

 

As observações feitas em 73 pessoas por investigadores da University of Leicester, Inglaterra, entre Setembro de 2005 e Novembro de 2005, abrangeram períodos de oito horas em condições que reproduziam o ambiente das cabinas de avião. Segundo os cientistas, os resultados não evidenciaram qualquer diferença nos marcadores sanguíneos da coagulação em pessoas que foram testadas igualmente em períodos de exposição num ambiente normal no solo.
 

 

Num voo normal, a pressão do ar na cabina do avião equivale à existente numa altitude de 1.500 a 2.100 metros, com uma taxa de oxigénio inferior em 7% ao nível normal, de acordo com o estudo liderado por William Toff e financiado pela Comissão Europeia e pelo Ministério britânico da Saúde.
 

 

Os resultados da investigação reforçam, por isso, a teoria de que os problemas de trombose afectando pessoas que se encontram de saúde são provocados pelo facto de estarem sentadas durante muito tempo.
 

 

Fontes: Lusa e Agências Internacionais
 

MNI- Médicos na Internet
 

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