Rede de investigação lusófona para a malária quer reforçar financiamento

Declarações de um dos fundadores da RIDES

16 janeiro 2012
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A Rede de Investigação e Desenvolvimento em Saúde (RIDES) Malária, que promove a formação de especialistas nos países de língua portuguesa, quer reforçar o financiamento em 2012.

 

"Em março serão elaboradas duas ou três candidaturas" a projetos de financiamento, revelou à agência Lusa um dos membros fundadores da RIDES Malária, o investigador português Virgílio do Rosário, do Instituto de Higiene e Medicina Tropical.

 

Virgílio do Rosário revelou que Angola e o Brasil vão ser parceiros fundamentais na procura de verbas, internacionais e nacionais, e exemplificou que há financiamentos estrangeiros só para redes e o Brasil tem uma aposta forte na cooperação sul-sul.

 

Numa reunião que decorreu semana passada em Lisboa, os países membros da RIDES decidiram ainda que a rede continuará a funcionar na área da malária e começará a estimular intercâmbios noutras áreas temáticas, admitindo que novas redes possam surgir, por exemplo, centradas em doenças transmitidas por insetos vetores.

 

Criada em 2006 durante o I Encontro de Medicina Tropical de Países de Língua Portuguesa, a RIDES é constituída por membros de instituições de Portugal, Brasil, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste e tem sido apoiada pela CPLP e outras fontes de financiamento.

 

A RIDES tem por objetivo apoiar a formação de grupos técnicos e científicos dos países membros, para estudos e discussão de temas de interesse comum, melhor disseminar informação e intercâmbio de resultados e apoiar a formação técnica e pós graduada.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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